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Cooperativismo: entenda o movimento e o modelo de negócio

Se você chegou a essa página, provavelmente está interessado em saber mais sobre o cooperativismo e os conceitos que definem esse modelo de negócio onde os clientes também são donos do próprio negócio. A ideia é que todas as pessoas prosperem juntas, o que garante a elas melhores oportunidades e um futuro mais justo.

Nesta página reunimos as principais informações com tudo o que você precisa saber sobre o tema, seus valores e o impacto do cooperativismo na sociedade. Boa leitura!

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O conceito do cooperativismo

Podemos definir o cooperativismo como um movimento de colaboração entre pessoas com interesses em comum. Quando essas pessoas dão as mãos e se unem em prol de um mesmo objetivo, alcançam resultados e benefícios que, provavelmente, não conquistam sozinhas. 

A história do cooperativismo: como tudo começou

A história do cooperativismo tem seu início em 1844, em Rochdale, no interior da Inglaterra, quando 27 homens e uma mulher decidem montar um armazém. Na época, eles adquiriram alimentos em grande quantidade para obter preços melhores e depois dividiram igualmente as compras entre os 28 membros do grupo.

Essa atitude estratégica, além de permitir a sobrevivência desses trabalhadores, os fez prosperar. E assim nasceu o movimento cooperativista. 12 anos depois desse primeiro movimento, a Sociedade dos Probos de Rochdale já contava com 3450 sócios e um capital de 152 mil libras.

A história do cooperativismo: como tudo começou
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A chegada do cooperativismo no Brasil

A chegada do cooperativismo no Brasil

No Brasil, o cooperativismo ganhou força em 1889, no setor agropecuário. A primeira cooperativa 100% brasileira levava o nome de Cooperativa Econômica dos Funcionários Públicos de Ouro Preto e foi fundada em Minas Gerais.

Em 1902, o padre suíço, Theodor Amstad fundou a cooperativa de crédito mais antiga da América Latina, no município de Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul. Ele foi o grande responsável pela chegada do cooperativismo no Brasil e uma curiosidade é que a cooperativa fundada por ele segue em atividade até hoje.

3
milhões
de cooperativas no mundo
+1
bilhão
de cooperados espalhados pelo planeta
+280
milhões
de empregos gerados
1 em cada 7
pessoas no
mundo está ligada ao cooperativismo
O movimento está presente em pelo menos 100 países e é responsável por 280 milhões de empregos.
Os dados são do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras).

A filosofia cooperativista

Muito mais do que um modelo de negócio, o cooperativismo é também uma filosofia de vida que tem como objetivo principal transformar o mundo em um lugar mais feliz, justo, igualitário, equilibrado e com boas oportunidades para todos.

A filosofia cooperativista acredita na união de interesses antagônicos. Em um caminho onde é possível unir desenvolvimento econômico e desenvolvimento social, produtividade e sustentabilidade, o individual e o coletivo. E tudo isso começa quando pessoas se unem em prol de um objetivo em comum. Este ciclo se repete e se amplia, gerando ganhos que ressoam nas pessoas e suas comunidades, no país e no planeta.

A filosofia cooperativista

Os pilares que sustentam o conceito do cooperativismo são:

Cooperação

No cooperativismo, o mais importante são as pessoas e quem faz as regras sempre é o grupo. Todos constroem e ganham juntos.

Transformação

Fazer parte do movimento cooperativista é ter a vontade de impactar positivamente não só a própria realidade e da sua comunidade mas também o mundo. É fazer e espalhar o bem, alcançar objetivos e mostrar que é possível realizar sonhos quando nos unimos com pessoas com um propósito em comum, sem deixar ninguém para trás.

Equilíbrio

Ser cooperativista é acreditar que é possível estar ao lado do que inicialmente parece ser oposto: o econômico e o social, o individual e o coletivo, a produtividade e a sustentabilidade.

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Os 7 princípios do cooperativismo

Como já mencionamos, o cooperativismo é mais do que um formato de negócio, é uma filosofia. Lá em 1844, quando foi fundada a primeira cooperativa da história, foram estabelecidos alguns princípios que representam a base e a essência de uma cooperativa. Estes princípios são os mesmos desde então e guiam cooperativas ao redor do mundo até hoje. São eles:

Adesão livre e voluntária

As cooperativas devem estar de portas abertas para todas as pessoas que queiram participar, que estejam alinhadas ao seu objetivo econômico, e dispostas a assumir suas responsabilidades como membros. Não deve existir qualquer forma de discriminação por sexo, raça, classe, crença ou ideologia.

Gestão democrática

A gestão das cooperativas deve ser feita de forma democrática, dando oportunidade para que todos os membros participem ativamente no desenvolvimento de políticas e nas tomadas de decisão. Os representantes oficiais devem ser eleitos democraticamente por todo o grupo.

Participação econômica de todos os membros

A contribuição dos membros deve ser justa e imparcial, assim como o controle do capital das cooperativas precisa ser regido por princípios democráticos. O que se espera é que ao menos parte desse capital seja propriedade comum de todos os cooperados.

Autonomia e independência

As cooperativas são organizações autônomas, que se ajudam mutuamente. Elas são controladas pelos seus membros e nada deve mudar isso. Se uma cooperativa por acaso firma acordos com outras organizações, públicas ou privadas, isso deve ser feito na condição de assegurar o controle democrático pelos membros e a sua autonomia.

Educação, formação e informação

Quando você é cooperativista, é comprometido com o futuro dos cooperados, do movimento cooperativista e da comunidade onde está inserido. Por isso, as cooperativas devem promover a educação e a formação dos seus membros, para que eles possam ter o preparo necessário para o desenvolvimento dos negócios e, consequentemente, dos lugares onde estão presentes. Além disso, oferece informações para o público em geral, especialmente jovens, sobre a natureza e vantagens do cooperativismo.

Intercooperação

Cooperar é trabalhar em conjunto. É atuando em união que as cooperativas fortalecem o movimento do cooperativismo e conseguem oferecer maior apoio e serviço aos cooperados. Independente de como estejam unidas, seja em estruturas locais, regionais, nacionais ou até mesmo internacionais, o objetivo é dar as mãos em nome de um bem comum.

Interesse pela comunidade

Contribuir para o desenvolvimento sustentável das comunidades faz parte da essência do cooperativismo. As cooperativas devem fazer isso através de ações e políticas aprovadas pelos seus membros.

O movimento cooperativo e
a economia colaborativa

Agora que você já sabe tudo sobre o conceito do movimento cooperativista, onde surgiu e quais são os princípios que norteiam as cooperativas, chegou a hora de entender como uma cooperativa funciona na prática.

Nos próximos tópicos, te explicamos como as cooperativas funcionam, quais tipos de cooperativa que existem, as vantagens de se associar a uma cooperativa de crédito e qual a diferença entre uma cooperativa e uma instituição financeira tradicional.

Como funciona uma cooperativa?

As cooperativas são formadas por pessoas com uma atividade econômica em comum. Essas pessoas não visam lucro mas sim a prestação de serviço de forma sustentável. Por exemplo, uma cooperativa pode auxiliar produtores rurais a adquirirem equipamentos agrícolas ou oferecer empréstimos a juros baixos. Também pode promover cursos de capacitação para qualificar os cooperados.

Quem define os planos da cooperativa são os próprios cooperados em assembléias onde todos têm poder de voto. Isso garante que as decisões sejam conjuntas e contemplem os interesses coletivos.

Como funciona uma cooperativa?

Tipos de cooperativas

As cooperativas de crédito podem variar de acordo com a dimensão da organização e os objetivos do grupo de cooperados. Veja a seguir quais os três principais tipos de cooperativas do mercado:

Singular (1º grau): As cooperativas classificadas como de 1º grau (Singular) são aquelas com soluções e vantagens voltadas para pessoas. Elas são formadas por, no mínimo, 20 cooperados, e têm como objetivo prestar serviços diretos aos seus associados, entre eles pessoas jurídicas que não operem no mesmo campo econômico da instituição.

Central (2º grau): As cooperativas de 2º grau (Central ou Federação) são direcionadas a outras cooperativas e constituídas por, no mínimo, três cooperativas singulares. O objetivo é organizar os serviços das filiadas em comum, aumentar a escala e facilitar a utilização dos mesmos.

Confederação (3º grau): Assim como as cooperativas de 2º grau, as cooperativas de 3º grau (Confederação) têm o propósito de organizar em comum e em maior escala os serviços de instituição filiadas. A diferença entre as duas é que as cooperativas classificadas como confederações são formadas por, no mínimo, três cooperativas centrais ou federações de qualquer ramo do mercado.

Ramos de atuação

Existem diferentes áreas de atuação do cooperativismo e segmentos em que o movimento está inserido:

Agropecuário
Este segmento corresponde às cooperativas de produtores rurais e de pescadores. A união das forças ajuda na comercialização e no armazenamento da produção, além de possibilitar assistência técnica para os associados.
Crédito
O grupo de cooperativas de crédito é formado por instituições que prestam serviços financeiros, como empréstimo, financiamento e aplicações. Elas têm o objetivo de facilitar a entrada dos participantes no mercado financeiro, já que operam com taxas mais baixas e com menos burocracia.
Transporte
Envolve as pessoas que atuam no transporte de passageiros e aquelas que transportam carga. Neste grupo, os cooperados devem ser proprietários dos veículos em circulação. Há modalidades variadas dessas cooperativas: táxi, ônibus, transporte escolar, frete de mercadorias e outros.
Trabalho, Produção de Bens e Serviços
Prestação de serviços especializados, indo do turismo ao beneficiamento de material reciclável. As organizações surgem para elevar a remuneração e as condições de trabalho de uma determinada categoria.
Consumo
Viabilizam a compra coletiva de produtos ou serviços. Através das cooperativas de consumo, os cooperados obtêm preços mais competitivos e poupam recursos, garantindo a sustentabilidade financeira de seus negócios.
Infraestrutura
Por fim, o ramo do cooperativismo de infraestrutura fornece imóveis, energia elétrica, rede de telefonia e outros serviços essenciais. Isso possibilita o acesso a uma estrutura básica para o crescimento econômico e produtivo dos pequenos associados.
Saúde
As associações cooperativas de saúde são formadas por médicos, dentistas ou outros profissionais da área.

Cooperativas que fazem parte do Sistema Ailos

Entenda o cooperativismo de crédito

As cooperativas de crédito, também chamadas de cooperativas financeiras, são uma alternativa para pessoas que não estão satisfeitas com as exigências e taxas cobradas pelos bancos tradicionais.

De modo geral, uma cooperativa de crédito oferece os mesmos produtos e serviços financeiros que um banco, como conta corrente, cartões de crédito e débito, empréstimos e financiamentos, mas com condições muito mais vantajosas.

E assim como outras instituições financeiras, também têm seu funcionamento totalmente regulado pelo Banco Central do Brasil.

Entenda o cooperativismo de crédito

Cooperativas de crédito x bancos

Soluções financeiros em cooperativas

Se comparadas com os bancos tradicionais, seus concorrentes diretos, as cooperativas de crédito conseguem oferecer muito mais benefícios para seus associados. Por não visarem o lucro, as cooperativas de crédito possuem juros e taxas bem menores do que o valor das tarifas cobradas por bancos comuns.

Mas além da economia financeira, as cooperativas ainda buscam outras vantagens para seus sócios, como: participação nos resultados, desenvolvimento local e atendimento diferenciado.
Ao se associar a uma cooperativa de crédito, você pode ter acesso a todos os produtos e serviços financeiros disponíveis em um banco comum. São opções como: empréstimo pessoal e para empresas, microcrédito, financiamentos, conta corrente, conta salário, cheque especial, débito em conta, cobrança, pagamentos, cartões de crédito e débito, seguros e antecipação de recebíveis.

Para quem deseja investir o próprio dinheiro, ainda é possível contar com a poupança cooperativada comum e programada, além de diversas opções de aplicações financeiras.
As vantagens de se associar a uma cooperativa de crédito

As vantagens de se associar a uma cooperativa de crédito

Estamos cada vez mais conectados, compartilhando e fazendo escolhas mais conscientes e que fazem a diferença. O mesmo acontece com o cooperativismo de crédito, que reúne recursos e soluções financeiras inteligentes para que você e outros cooperados consigam alcançar objetivos em comum.

É democrático e justo, porque valoriza as pessoas e busca a prosperidade conjunta. A seguir, listamos os motivos que levam alguém a se associar a uma cooperativa de crédito.

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Acesso a crédito e bens de consumo

É através do cooperativismo que muita gente conquista a prosperidade na vida e nos negócios, já que aqui há maior viabilidade para obter empréstimos e outros recursos, considerando os juros mais baixos comparados com outras entidades.

O cooperativismo de crédito reúne recursos e soluções financeiras para alcançar objetivos em comum. É democrático e justo, porque valoriza as pessoas e busca a prosperidade conjunta.

Você não é só um cliente, é parte do negócio

Quando você faz parte de uma cooperativa, você não é um cliente. Você se torna sócio e dono da instituição também. Isso é maravilhoso porque ninguém melhor do que os donos para tomar as decisões mais acertadas e garantir que a cooperativa prospere.

Seguindo essa premissa, os cooperados dividem as responsabilidades, estão atentos às possíveis falhas, têm abertura para sugerir melhorias e participam ativamente de todas as decisões. Isso garante que a cooperativa seja de todos para todos, atendendo o coletivo e não os interesses exclusivos de um grupo em particular.

Gestão participativa e tomada de decisão democráticas

Um dos maiores benefícios de ingressar numa cooperativa está, justamente, no poder de decisão. Cada cooperado tem peso igual de voto nas assembleias, independentemente do volume de cotas capitais que possui na cooperativa. Esse tipo de gestão se torna mais democrático, levando em conta os interesses da maioria dos sócios.

Nas cooperativas Ailos, isso acontece através das assembléias, onde os cooperados são convidados para participar de um evento que debate os interesses, planos e decisões da cooperativa.

Participação nos resultados: retorno das sobras

Os participantes das cooperativas precisam investir algum dinheiro, com a aquisição de cotas-partes, para viabilizar a operação. Por outro lado, esse investimento sempre retorna de diversas maneiras, inclusive com uma graninha extra no fim do ano.

Como o cooperativismo não visa ao lucro, todas as sobras monetárias do período são repartidas entre os membros do grupo. Aqui, temos o retorno das sobras, um diferencial que só as Cooperativas oferecem, que tem como o objetivo a participação do cooperado nos resultados financeiros da Cooperativa.

Rendimentos superiores

O sistema cooperativista tem direito a algumas isenções tributárias . Isso significa que, através das cooperativas, fica mais fácil oferecer serviços com uma melhor taxa de retorno. Os produtos nas cooperativas também costumam ser mais baratos por isso, por não visarem lucro.

Investimento e comprometimento com a comunidade local

Partindo do pressuposto de que, quando um ganha, todos ganham, o grande objetivo do cooperativismo é oferecer recursos para os participantes prosperarem. Como as cooperativas estão inseridas nas comunidades, têm interesse em oferecer o melhor para que aquele local também seja beneficiado. Como por exemplo: iniciativas gratuitas para a educação financeira, movimentos de apoio aos negócios locais, programas de orientação a cooperados e empreendedores e muito mais.

Atendimento humanizado e diferenciado

Levando em consideração toda a filosofia por trás do cooperativismo, já ficou claro que as pessoas são muito importantes, certo? Nas cooperativas, os cooperados representam muito mais do que um número, ou um associado. Cooperados são histórias que colaboram para construir aquela organização.

Assim, os atendimentos sempre são feitos com empatia, respeito e afetividade. Parece simples, mas sabemos que esse cuidado com as pessoas nem sempre acontece e que as abordagens fazem toda a diferença na nossa experiência com qualquer produto ou serviço.

Outro ponto é que como as cooperativas estão inseridas dentro das comunidades, é comum que a proximidade entre colaboradores e cooperados seja muito mais cordial, já que têm envolvimento direto com a sua trajetória e o estilo de vida daquela pessoa.

Conheça o Ailos

Somos um grupo formado por 13 cooperativas de crédito e mais de
1,4 milhão de cooperados que acreditam no nosso movimento de economia colaborativa. Através de soluções financeiras como crédito, investimento, cartões, consórcios, seguros e muito mais, vemos ideias saírem do papel e transformarem comunidades inteiras.

É um círculo virtuoso de prosperidade que move sonhos profissionais e pessoais e que impulsiona o futuro coletivo. Somos todos Ailos.

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Saiba mais sobre a história do Cooperativismo

Perguntas Frequentes
Quais são os 3 objetivos do cooperativismo?

Os três objetivos do cooperativismo são cooperação, transformação e equilíbrio.

O que é cooperativismo no Brasil?

O cooperativismo é um movimento global presente no Brasil e em mais de 150 países, onde cooperativas atuam para dar novas oportunidades a seus cooperados e apoiar o desenvolvimento de suas comunidades.

Quais as vantagens de fazer parte de uma cooperativa de crédito?

Listamos as principais vantagens de ser um cooperado: acesso diferenciado à crédito e bens de consumo, retorno das sobras, participação ativa nas decisões, atendimento sempre pronto para te ajudar e comprometimento com a comunidade local.

Qual a origem do cooperativismo no Brasil?

Oficialmente, o movimento teve início em 1889, em Minas Gerais, com a fundação da Cooperativa Econômica dos Funcionários Públicos de Ouro Preto, onde o foco era o consumo de produtos agrícolas.

Por que ser cooperado?

Alguns diferenciais de ser cooperado que podemos elencar: as cooperativas oferecem linhas de crédito com taxas de juros mais baixas e, muitas delas, não cobram tarifas por seus serviços (fornecimento de talões, transferências, cadastros); quando cobram, são sempre inferiores às praticadas pelos bancos comerciais.

É seguro fazer parte de uma cooperativa de crédito?

Tão seguro quanto uma instituição financeira tradicional renomada, por exemplo. Não é à toa que o Banco Central do Brasil se declara parceiro das cooperativas de crédito, e quer contar com elas para que o segmento aumente a inclusão social, a competitividade, a transparência e a educação.

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